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quarta-feira, 10 de março de 2010

꽃샘추위: O frio da florada

Aqui na Coreia, a primavera chegou oficialmente no dia 2 de fevereiro, de acordo com a milenar tradição do calendário Chinês, ops, Coreano.
Nós, como brasileiros, temos a ideia de que primavera é a estação das flores e do frio que já passou. Aqui no oriente, não. A primavera é o fim do período MAIS frio do ano, dezembro e janeiro. Dá uma olhadinha na wikipedia que eles explicam melhor os diferentes pontos de vista: http://en.wikipedia.org/wiki/Spring_(season)
No Brasil, consideramos que a primavera começa a partir do equinócio vernal, ou, equinócio da primavera, que, astronomicamente é a metade da primavera em si, por aqui, começam a contar desde o começo, isto é, um mês e meio antes.
Isso causa muito furor entre os brasileiros reclamões que não gostam de frio (e que, daqui a quase cinco meses, estarão reclamando do mormaço e do calor...).
Para completar, ontem começou o 꽃샘추위, literalmente, "frio da florada". O frio "atrasado" que chega com a época em que as plantas começam a florescer. A impressão de frio atrasado é porque nas semanas passadas a temperatura se manteve estável acima de zero, chegando alguns dias a até 18°C em Suwon como frisou o Henrique.
No entanto, o "frio da florada" chegou e hoje, quando acordei de manhãzinha, estava tudo branquinho e coberto de neve. Agora, a criançada está lá fora brincando de fazer bonecos de neve e eu estou pensando na hora que eu voltar pra casa e descer o morro escorregando na neve que está derretendo agora e que virará gelo à noite depois de recongelar.
Apesar de todos esses pesares, pra mim, ainda é melhor este friozinho do que o calor insuportável que chegará daqui a a cinco meses...

Um abraço pra quem ainda lê este blog que está perecendo devido à falta de tempo do blogueiro...

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Brasil e imigrantes

Imigrantes ilegais no Brasil podem chegar a 300 mil
Fabiana Uchinaka
Do UOL Notícias
Em São Paulo

No Brasil, não faltam denúncias de exploração de mão-de-obra clandestina. É difícil mostrar em números o grande contingente de estrangeiros ilegais que, por estarem à margem da lei e da sociedade, aceitam viver em condições muitas vezes desumanas. Mas dados do Instituto Migrações e Direitos Humanos, ligado à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), apontam entre 250 mil e 300 mil indocumentados. O Ministério da Justiça calcula 50 mil irregulares. E a Associação Nacional de Estrangeiros e Imigrantes no Brasil (ANEIB) fala em cerca de 60 mil. De qualquer maneira, eles são milhares e vêm atrás de melhores oportunidades -- o mesmo "sonho do progresso" que leva milhares de brasileiros aos Estados Unidos, à Europa e ao Japão.
Imigrante boliviana e Centro Pastoral
do Imigrante falam sobre a anistia; veja



"A procedência é diversificada, mas há indiscutivelmente um índice muito alto de bolivianos, peruanos e outros latino-americanos. Também há, e isto foi constatado de forma muito expressiva na última anistia (1998), significativa presença de asiáticos, especialmente chineses e coreanos", afirma Rosita Milesi, do Instituto Migrações e Direitos Humanos.

Ela explica que, à medida que a pobreza aumenta nos países vizinhos e que os países desenvolvidos endurecem as leis contra os imigrantes, cresce a presença de estrangeiros no Brasil. Como nem todos conseguem entrar pelas vias legais, existe um mercado clandestino de intermediários, que trazem os imigrantes para o país e os colocam em situação de semiescravidão - são os chamados "gatos" ou "coiotes".
Leia também
Governo brasileiro concede anistia a estrangeiros irregulares no Brasil


Os bolivianos e paraguaios, por exemplo, trabalham em confecções do Brás, Pari e Bom Retiro, no centro de São Paulo, em jornadas abusivas, que passam de 16 horas. Eles têm seus passaportes apreendidos até que quitem suas dívidas com os patrões e, na maioria das vezes, são obrigados a trabalhar durante meses para pagar os custos da viagem e, posteriormente, para bancar a alimentação e as ferramentas de trabalho.
Anistia: procedimentos
1. Entrar com o pedido de residência provisória em até 180, na Polícia Federal
2. Apresentar comprovante de entrada
no país (ou, para os clandestinos, algum documento que comprove que a pessoa mora no Brasil)
3. Apresentar uma declaração de que não responde a processo criminal ou de que
não tenha sido condenado criminalmente, no Brasil ou no exterior
4. Pagar a taxa para expedição da Carteira de Identidade de Estrangeiro (R$ 31,05) e
a taxa de registro (R$ 64,68)


Mas, na opinião do padre Mário Geremia, coordenador do Centro Pastoral do Migrante, os equatorianos e os peruanos são os que estão em situação mais difícil. "Para eles, não há Mercosul ou acordos bilaterais, como o Brasil-Bolívia, feito para quem chegou até 2005. Só lhes resta a anistia", diz.

A ameaça de deportação é uma constante entre os ilegais. Mas, segundo o secretário nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, a anistia chega exatamente para tentar ajudar os trabalhadores nesta condição, para que eles denunciem situações de abuso e ganhem cidadania.

O padre Geremia defende ainda que, depois da anistia, será preciso lidar com a diferença de cultura para que as situações de exploração sejam realmente resolvidas. "Aos bolivianos, que vêm da tradição do campo, interessa o alimento e o dinheiro. Eles comem, dormem e trabalham no mesmo espaço, então não é um problema trabalhar mais de oito horas ou colocar as crianças para trabalhar. Eles não admitem que isso seja visto como trabalho escravo ou degradante. Para eles, isso é a solução", explica.


Entre os coreanos, que começaram como trabalhadores explorados e hoje são em parte donos das confecções que empregam os bolivianos, a expectativa pela anistia também é grande. Segundo o secretário-geral da Associação Brasileira dos Coreanos, André Lee, "o projeto é muito bem-vindo", porque ainda existe cerca de seis mil coreanos ilegais no Brasil.

Ele também ressalta que tirar os imigrantes da ilegalidade é um processo difícil. "Estamos cadastrando os indocumentados desde que saiu a notícia da anistia, mas é um processo muito lento, tem muita gente descrente e as pessoas estão receosas de se mostrar", diz.

Lee conta que antes os coreanos fugiam da guerra e da pobreza, mas hoje buscam uma chance em um país muito maior e com mais oportunidades. "A maioria dos ilegais é de familiares ou conhecidos de estrangeiros que já moram no Brasil".

fonte: http://noticias.uol.com.br/ultnot/internacional/2009/07/02/ult1859u1169.jhtm

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Kim Daejung

O pessoal tá falando um monte já do ex-presidente e ex-vivo Kim Daejung, então nem preciso dar muitos detalhes por aqui.

Mas uma coisa que ninguém falaou até agora (pelo menos até onde eu vi) é um fato curioso.

Ele morreu duas vezes.

No momento em que ele morreu pela primeira vez, estava eu chegando ao meu laboratório onde já se encontravam alguns coreanos comentando sobre o fato.

Enquanto estávamos discutindo a batida de caçuleta que o digníssimo ex-presidente havia efetuado, um dos coreanos solta uma gargalhada e comenta: "Ah, que que é isso!?" Todos espantados com sua reação, perguntamos a ele o que havia acontecido. Ao que ele responde: "Kim Daejung está vivo de novo!"

Naquele momento, os médicos haviam ressuscitado o ex-presidente e todas as notícias de morte e tudo o mais foram desmentidas e todos os jornais anunciaram prontamente a ressurreição.

Passam-se mais alguns minutos, o mesmo coreano solta outra gargalhada e fala: "Morreu de novo!"

E assim foi. Quarenta e três minutos de prorrogação, mas perdeu... E assim se foi um dos ex-presidentes coreanos. Amado por muitos, odiado por outros; considerado o pai da modernização tecnológica da Coreia e também como o que reuniu (aos trancos e barrancos) as famílias separadas havia décadas pela Guerra da Coreia; odiado por ter financiado e "dado" um bom dinheirinho por debaixo do pano ao Kim Jong Il (o maluco do norte)...

E assim a história vai se escrevendo...

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Parabéns para mim, nesta data querida...

Olha só como o tempo voa!

3 anos de Coreia!

Parece que foi ontem que saí do Brasil. Cheio de receios, cheio de incertezas, mas com espírito aventureiro e em busca de novas experiências e novos desafios.

E eis que hoje, três anos se passaram. Três anos de realizações, de medos, de felicidades, de raivas, de todos os tipos de altos e baixos que fazem-nos repensar nossas vidas e nosso futuro.

O que posso dizer é que "não me arrependo".

Na média geral, foram três anos muito bons durante os quais aprendi muito. Não só quanto aos estudos, mas quanto à vida em si. Quem lê meu blog pode até pensar que gosto de reclamar disso ou daquilo, da Coreia ou do Brasil... mas, na verdade, o que procuro fazer são análises construtivas sobre meu país e sobre o país que tão bem me acolheu e me ofereceu várias oportunidades, a maior das quais ter tido a possibilidade de cursar o mestrado na melhor universidade do país e sobre as duas coisas em que eu sempre tive interesse: línguas e computadores => linguística computacional.

Nesses três anos passados, aprendi muito. Mas muito mesmo. Uma nova língua natural, muitas línguas de programação... Aprendi também a viver em um país tão diferente do meu, com tantos costumes e comidas diferentes. Conheci muitas coisas, muitas pessoas, boas e não tão boas...

Aprendi muito, vivi muito, mas ainda há muitas coisas pela frente. Muitas experiências há por vir. E assim vamos para mais um tempo aqui no País da Manhã Tranquila.

terça-feira, 14 de julho de 2009

O jornal do dia em que nasci

Olha só!

Já que eu estou muito ocupado e precisando fazer milhares de coisas, sendo uma delas começar a escrever minha tese, meu cérebro não quer cooperar e fica tegiversando entre pensamentos mil e meus dedos vão a seu bel-prazer clicando links e mais links que aparecem pela frente.

E eis que, numa dessas, acabei caindo no serviço de "Arquivo Digital de Notícias" do Naver (o Google coreano). E não é que eles têm o jornal do dia em que eu nasci?!

Aí vai o link para quem quiser ver: Dong-Ah Ilbo do dia 12 de janeiro de 1977.

terça-feira, 30 de junho de 2009

Pequenas coisas

Acabei de ler por aí na dona Nete que empresas fabricantes de celulares europeias estão tentando entrar em acordo para um único tipo de recarregador.

Isso já é velho pelas bandas de cá. Aqui na Coreia não precisamos ficar carregando recarregadores para lá e para cá, já que em qualquer lugar tem um que com 100% de certeza vai funcionar no seu aparelho. No restaurante, na casa de amigos, nas lojinhas que vendem celulares, nas lojas de conveniência... qualquer lugar é lugar para dar uma recarregadinha básica no aparelho.

Eu não me lembrava mais que esse problema existe em outros lugares. A gente se acostuma tanto com essas coisinhas pequenas e práticas...

Fora isso, por aqui vai tudo bem. As notícias do vizinho do norte sumiram e ninguém mais fala em guerra ou bomba.

Eu estou entrando na reta final, começando minha tese e escrevendo programinhas para a ontologia (parte central da minha pesquisa). De agora em diante, noites de sono, fins de semana, férias se tornarão cada vez mais raras... Já estou cansado só de escrever isto aqui.

Um abraço pra quem fica.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Roh Moo-hyun e a comoção nacional

Vou tentar expôr aqui em poucas linhas a importância do suicídio do ex-presidente e a possível repercussão contra o atual governo LMB, como os coreanos soem (chique, né?) chamar a Lee Myung-bak.


Chegada do féretro à cidade natal


Roh Moo-hyun nasceu em uma família pobre de agricultores em uma província de pouco valor político nacional. Nunca pôde cursar uma faculdade, mas mesmo assim acabou estudando sozinho e se tornou um advogado auto-didata (na época em que essas coisas eram possíveis).

Sempre lutou pelos direitos humanos, principalmente em relação aos estudantes que protestavam contra o governo ditatorial coreano.

Foi eleito com uma plataforma anti-corrupção e anti-regionalista (já que a política coreana é bem ao estilo café-com-leite, muito regional) e, ao tomar posse, continuou a política do governo anterior DJ (Kim Dae-jung) de diálogo e apoio à Coreia do Norte. Em 2004, sofreu um pedido de impeachment que foi negado pelo Supremo Tribunal Constitucional.

Durante seu governo, sempre foi criticado e perdeu muito de seu apoio, o que levou à eleição do atual presidente, que era seu rival político.

O problema é que, LMB, o novo presidente, depois de eleito, mostrou-se completamente avesso à opinião pública, fazendo o que bem entende e criando projetos mirabolantes os quais não são aprovados de maneira alguma pelo povo, como a construção de um canal ligando Seul e Busan, o que não é necessário, a não ser uma obra que poderá ser efetuada pelas empreiteiras que deram seu apoio à eleição de LMB. O novo governo também acabou com a política de reconciliação com a Coreia do Norte desde o primeiro dia no cargo. O que corroeu rapidamente os laços entre os dois países, culminando nas ameaças nucleares que temos ouvido falar atualmente e no fechamento da área industrial especial de Kaesong, uma "zona franca" onde empresas sul coreanas fabricam produtos na Coreia do Norte, dando emprego e salário aos norte coreanos e conseguindo mão de obra barata.

Durante o governo de LMB também aconteceram os episódios da carne de vaca americana contaminada com a doença da vaca louca, das desapropriações de imóveis que acarretaram na morte de vários protestantes, etc, etc. A última do LMB foi a ação movida contra Roh Moo-hyun. O governo atual "tinha que" encontrar uma mancha no governo passado para poder comparativamente ficar bem na visão do povo. Eles acharam um fato de que a esposa do ex-presidente recebeu um presente em dinheiro de um amigo de longa data da família para poder pagar uma dívida que havia contraído. Esse fato foi tomado como corrupção e recebimento de propina sobre o qual o caso foi aberto.

Na opinião dos coreanos, isso é visto como um fato familiar da vida da família do ex-presidente que estava passando por dificuldades a que um amigo de longo data só desejou ajudar dando o presente. O povo não vê isso como um ato de corrupção ou recebimento de propina.

E por causa disso, somado às outras "c*g*d*s" do governo atual, que é famoso por não ouvir a opinião do povo, o povo está inconformado com a perda de seu ex-presidente.

Como disse o Henrique em seu blog, estão acontecendo velórios-protestos em vários lugares do país, onde o povo presta sua última homenagem a Roh Moo-hyun. Nesses velórios, o povo aproveita para levar cartazes e protestar contra o governo atual, ao qual chamam de "Governo Assassino".



Povo nas ruas e "policiais do LMB" (como são chamados pelo povo)

sábado, 23 de maio de 2009

Roh Moohyun, ex-presidente coreano, suicidou-se.

Segue abaixo a reportagem completa sobre o caso.
(http://news.chosun.com/site/data/html_dir/2009/05/23/2009052300624.html)

노무현 전 대통령 서거까지 재구성
Reconstituição até a morte do ex-presidente Roh Moo-hyun

경찰 발표와 주변 인물들의 증언을 종합해보면 노무현 전 대통령은 며칠 전부터 현 상황에 대해 고민을 하다가 유서를 작성하고 산행을 떠난 것으로 드러나고 있다. 다음은 주변 증언과 경찰 발표로 재구성한 노 전 대통령의 서거 직전 순간들이다.
Reunindo os testemunhos dos que estavam presentes à coletiva da polícia, ficou-se sabendo que, desde há alguns dias, o ex-presidente Roh Moo-hyun se mostrava preocupado com a situação atual e que acabou por escrever sua nota de suicídio antes de sair para seu passeio na montanha. Abaixo segue-se a reconstituição dos momentos anteriores à sua morte de acordo com os que testemunharam a coletiva da polícia.

주변 인사들에 따르면 노무현 전 대통령은 사흘 전부터 식사를 제대로 하지 못하며 고민에 빠져 있었다. 지지자들의 격려 전화도 받지 않고, 끊었던 담배도 다시 피우기 시작했다. 그리고 23일 오전 컴퓨터 전원을 넣고서 유서를 작성했다. 최종 저장 시각은 오전 5시21분이었고, 한글 파일로 작성했다. 화면에 그대로 떠 있는 상태로 남아 있었다. 다음은 유서 전문이다.
Desde há quatro dias o ex-presidente não conseguia se alimentar pela preocupação. Não atendia aos telefonemas de seus amigos e voltou a fumar. Na manhã do dia 23 (hoje) escreveu sua nota de suicídio em seu computador cujo horário de gravação é de 5h21 da manhã, deixando o monitor ligado ao sair. Abaixo segue a íntegra de sua nota.

너무 많은 사람들에게 신세를 졌다.
Deixei a muitas pessoas endividadas.

나로 말미암아 여러 사람이 받은 고통이 너무 크다.
Muitas pessoas sofrem por causa de mim.

앞으로 받을 고통도 헤아릴 수가 없다.
Não posso mensurar tampouco o sofrimento que está por vir.

여생도 남에게 짐이 될 일밖에 없다.
O resto de minha vida não será nada mais que uma desgraça para os outros.

건강이 좋지 않아서 아무 것도 할 수가 없다. 책을 읽을 수도, 글을 쓸 수도 없다.
Como minha saúde não está boa, não posso fazer nada mais. Não consigo ler ou escrever.

너무 슬퍼하지 마라. 삶과 죽음이 모두 자연의 한 조각 아니겠는가.
Não fiquem tristes. A vida e a morte não serão ambas um mesmo pedaço da natureza?

미안해 하지 마라. 누구도 원망하지 마라. 운명이다. 화장해라. 그리고 집 가까운 곳에 아주 작은 비석 하나만 남겨라. 오래된 생각이다.
Não se sintam mal. Não culpem a ninguém. É o destino. Cremem-me. Deixem apenas uma lápide bem pequenina em lugar próximo à minha casa. Isso é algo em que tenho pensado por muito tempo.


노 전 대통령은 컴퓨터를 끄지 않고 모니터를 그대로 켜놓고 5시 45분쯤 경호관 1명과 함께 자택을 나와 평소 자주 바라봤던 뒷산 부엉이바위로 산행을 떠났다.
Às 5h45, sem desligar o computador e deixando o monitor ligado, acompanhado de um segurança, saiu para seu passeio de costume na "Pedra da Coruja", montanha à qual sempre ia nos fundos de sua casa.

바위 위에 다다르자 노 전 대통령은 경호관에게 "담배가 있느냐"고 물었다. 이에 경호관이 "없습니다, 가져올까요"하고 묻자 노 전 대통령은 "됐다"고 대답했다.
Assim que chegou ao topo da montanha, perguntou ao segurança se ele tinha cigarros, ao que este lhe respondeu que não, se oferecendo a voltar para buscar em casa. O ex-presidente disse que tudo bem.

그리고 그는 "저기 사람이 지나가네"하고 산 아래를 쳐다봤다. 경호관이 눈길을 따라 아래를 내려다보는 동안 노 전 대통령이 몸을 아래로 던졌다. 높이 30미터 높이였고, 산행을 나선지 한 시간 가량 지난 오전 6시40분쯤이었다. 이 경호관은 경찰 조사에서 "이상한 느낌이 들어 ‘각하!’ 하고 소리치며 달려가는 순간 각하가 몸을 던졌다"고 말한 것으로 전해졌다. 경찰은 투신 현장에서 왼쪽 등산화 한짝과 피묻은 상의 한 벌을 발견했다.
Nisso, olhou para baixo e comentou: "Tem pessoas andando lá em baixo, né?", ao que o segurança desviou sua atenção para onde o ex-presidente havia apontado. Nesse instante, atirou-se da pedra de uma altura de 30 metros. Assumindo que a subida tenha sido feita em uma hora, isso ocorreu às 6h40 da manhã. No depoimento à polícia, o segurança disse que foi tomado por uma sensação estranha e gritou "presidente!". Nesse momento o presidente já estava ferido. A polícia disse que encontrou o pé esquerdo de tênis de montanhismo e uma peça de roupa manchada de sangue no local da queda.

이 경호관은 급하게 자택 숙소에 있던 경호원들을 불러 인근 세영병원으로 노 전 대통령을 이송했다. 하지만 노 전 대통령은 이미 의식을 잃었고, 부산대 병원으로 긴급이송했지만 8시 13분쯤 도착했을 때에 이미 자기 호흡이 멈춘 상태였다. 부산대 병원은 결국 오전9시30분 공식 사망을 확인했다.
O segurança foi apressadamente ao encontro dos outros seguranças que ficaram na casa e levaram o ex-presidente a um hospital nas proximidades. No entanto, o ex-presidente já havia perdido os sentidos e foi transferido às pressas ao Hospital Universitário da Universidade de Busan quando, ao chegar por volta das 8h13, já havia parado de respirar. Às 9h30, o HU da Universidade de Busan apresentou o comunicado de falecimento.

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O governo de Roh Moohyun estava atualmente sendo investigado por irregularidades.
Para maiores informações, verificar o artigo da Wikipédia em inglês que já está atualizado.

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